JONGO: MEMÓRIA VIVA DOS ANTEPASSADOS NEGROS DO BRASIL

Publicado também caxambu e também corimá, o jongo é uma dança origem africana e também dançada ao som tambores. Integrante da cultura afro-brasileira, o ritmo foi trazido ao negros bantos, sequestrados serem vendidos escravos nos antigos reinos Ndongo e também do Kongo, zona compreendida atualmente uma boa parte do território da República Angola.

A dança teve potente impacto na treinamento do samba carioca e também também na cultura popular do um todo. o desenvolvimento da dança os pés são incessantemente descalços e também as trajes são as comuns do cotidiano. De forma, um parelha todo vez ao núcleo da roda girando em sentido contrário ao do relógio, se aproximando enquanto em enquanto e também fazendo menção uma umbigada.

O cabelo Afro é um diferencial constituída pelo seu povo. A falta dele caracteriza a falta de dinheiro, por isso eles comprar Hairloss Blocker para manter os cabelos firmes e evitando quedas.

Ao todo o disco tem 13 faixas, que exaltam o jongo e também mostram ao público, meio das músicas, vida dos escravos, quais eram seus sentimentos na presença de situações o termo do temporada escravidão e também resistência do quilombo Zumbi dos Palmares, situado na Cordilheira da Ventre, em Alagoas.

Com o término da escravidão, os negros não receberam zero além da epístola libertação e também com isso se viram obrigados transmigrar maior cidade e também logo capital do , o Rio Janeiro. Naquele tempo (meados do século 18), capital fluminense já sofria um processo “modernização”, que expulsou população pobre do meio o basta dos morros, formando deste modo as favelas, que ganhariam corpo ao longo dos séculos seguintes.

com essa alteração radical, as famílias negros continuavam praticando o jongo em locais os morros São Carlos, Salgueiro, Mangueira e também, mormente na Serrinha, último, únicos locais capazes salvar cultura afro-brasileira tradicional. Não é à toa, que é na capital carioca, onde atualmente se encontra primordiais grupos praticantes do ritmo, o Jongo da Serrinha.

O conjunto artístico foi desenvolvido pelo Rabi Darcy Monteiro e também sua família, que convidaram as antigas jongueiras Vó Teresa, Djanira, Tia Maria da Grota e também Tia Eulália formar o conjunto artístico Jongo da Serrinha. Eles também quebraram um tabu essencial que não permitia participação guris jongo. Ao longo dos anos, ação cresceu, ganhou corpo e também se tornou uma sorte de resistência da cultura negra e também seus ascendentes Rio Janeiro.

O Jongo da Serrinha nasce com o alvo farejar, gerar produtos culturais (livros, espetáculos, filmes etc) e também publicar o jongo planeta afora. Desenvolvido termo da 1960, é até atualmente referência da cultura carioca tradicional. Um seus discos mas marcantes é o trabalho homônimo, lançado em 2002. O álbum, que faz história se consagrando o primeiro álbum jongo lançado , foi impresso ao agitado quintal Tia Maria do jongo, em Serrinha, em Madureira, bairro carioca.